terça-feira, 18 de novembro de 2008

Naquela Noite... De Lua-Cheia

O trabalho obrigou-o a ir para aquele lugar, era um sítio tranquilo mas um tanto deserto e as noites eram mais difíceis de passar, onde o silêncio imperava e só se ouviam os grilos e as ondas no mar. No jardim do hotel em silêncio sentou-se à borda da piscina… Sozinho naquele lugar deixou os pensamentos voarem enquanto deitado na cadeira de descanso olhava a Lua-cheia…
Levantou-se e o mar estava ali ao lado, caminhou pela areia da praia e sentou-se numa pequena duna… Ficou por momentos a ver as ondas deslizarem na praia como que estendendo um manto branco… A espuma desenhava rendilhados na areia e fez-lhe lembrar o vestido dela branco com bordados…
Tinha chegado sem lhe dizer nada, queria fazer-lhe uma surpresa, sabia que à noite ele escolhia esse local para passar algum tempo da noite e escrever… Deixou as horas passarem e vestiu-se com a roupa que sabia ele gostava. Pintou os olhos em tom de azul escuro, (ele dizia-lhe que os olhos dela eram estrelas e assim azul-escuro do céu com estrelas e o vestido branco a luz da lua), os lábios de vermelho e as unhas de vermelho igual… Nos pés as sandálias de salto, nas pernas as meias pretas com rendado nas coxas e o lingerie de tanga e soutien rendados… Saiu do quarto e caminhou pelo passeio do jardim, ele nem imaginava que ela estava ali… Não disfarçou o andar e deixou os saltos das sandálias fazerem a cadência dos passos… Ele não estava ali junto da piscina, com passos lentos e cadenciados deu a volta à piscina, sabia que ele estaria por ali mas não o viu… Lembrou-se então que talvez estivesse na praia, adorava sentir as ondas e muito mais quando sobe a lua cheia…
Ouviu passos na areia e levantou-se, pois não imaginava que alguém ali viesse aquele lugar era quase deserto e muito mais à noite… Perscrutou no escuro iluminado pela lua e divisou o corpo de uma mulher…
Conhecia aquele corpo, não acreditava que pudesse ser, pensou que sonhava e esperou mais uns momentos para ver se era realidade… Só quando sentiu os passos bem perto e que só podiam estar a dirigir-se para ele é que levantou os olhos para se certificar que não sonhava…
Ficou estático e nem se levantou, continuou sentado na areia e ela parou junto dele com um sorriso nos lábios… Baixou-se e deu-lhe um beijo demorado no rosto e depois deixaram os lábios escorregarem para as bocas se unirem num beijo cheio de paixão… Ele ajoelhou-se e ela debruçada sobre ele agarrava-o pelo pescoço e ele agarrava-a pelas ancas e deixou as mãos descerem até às coxas que sentiu sobe o vestido, sentiu-lhe as coxas quentes… O beijo dele agora era sobre a roupa dela mas ali na barriga e ela sentia os lábios dele sobre o tecido…
- Desejei-te tanto nestes dias aqui sozinho!... É um sonho ter-te agora aqui comigo…
- Eu também te desejei tanto que não aguentei e vim aqui…
Ainda sentado ele ia subindo o vestido para lhe beijar as pernas, ela num gesto de carinho e oferta para ele ajudou e com as mãos, puxou o vestido oferecendo-lhe ali as pernas que sabia ele adorava beijar e ela adorava sentir entre elas os lábios dele… Ela segurava o vestido e ele segurava-lhe as pernas a beijava-lhe as coxas… Afastou um pouco as pernas para sentir “Ali” os lábios dele… Adorava sentir aquelas carícias entre as coxas e o calor da respiração dele deixava-a desfalecer quando a saliva dele se misturava com o seu mel… Com uma mão ajudou-o a afastar as calcinhas e entre os lábios “dela” sentiu a língua dele… Ali na noite desejaram-se a amavam-se… Abraçados caíram na areia e apertavam-se num imenso abraço de paixão e desejo de se terem e fundirem os corpos… As ondas também queriam participar nesse acto de paixão e foram mais longe molhando-lhes os pés… E salpicando os corpos quentes com água salgada que temperava a doçura da paixão… Longo tempo a lua iluminou aqueles corpos unidos que faziam amor sobre a areia da praia em noite de Lua-cheia com o mar a cantar um hino ao amor deles…
Os corpos molhados e a noite quente, os corpos também… Foram para dentro do apartamento… Ajudou-o a despir, ou melhor, despiu-o…
Um sofá vermelho contrastava com o lingerie dela, que agora era o que restava no seu corpo depois do vestido ter sido dispensado…
Lá fora a lua iluminava a noite quente, as ondas do mar desfaziam-se na praia em forte brado… Lá dentro eles ouviam esse clamor que mais parecia um vento de tempestade em noite de lua cheia… O desejo, a paixão e a noite quente convidava-os à entrega dos corpos…No corpo dela desaguou os beijos há muito reprimidos… Ela deu-lhe o corpo, beijos e carinho…
Amaram-se… Amavam-se…
Sentou-se no sofá, recostou-se e ofereceu-se a ele… Como que a adora-la, ajoelhou-se entre as pernas que ela com carinho abriu e beijou-lhe as coxas sobre a seda das meias… Sem resistir os beijos subiram de intensidade e provaram-na entre as coxas, ali sobre o rendado das calcinhas onde brotava o mel doce que ele saboreou… Era o sabor dela e ele adorava esse gosto…
Deixou-se levar pela embriagues desse prazer que ele lhe dava… O prazer dela era sentir o prazer dele…
Sentaram-se lado a lado e beijaram-se entre um abraço forte a apertado… Deixou a mão descer no peito dele e alojar-se entre as pernas… Agarrou-o erecto e acariciou-o… Sorriu ao ver brotar “dele” gotas da seiva… Era o prazer dele ao tê-la ali, ela sabia e isso dava-lhe prazer e desejo de o ter… Escorreram as gotas e molharam-lhe a mão… Queria provar aquele mel… E na frente dele baixou-se e tomou-o nos lábios… As mãos envolviam-no e suavemente deixou-o entrar entre os lábios que foi abrindo para o saborear por inteiro na boca… Agora tinha o gosto dele também… Os corpos contorciam-se de luxúria e desejo… Olhou-o nos olhos e viu o quanto ele a desejava… Esse sentimento fez-lhe tremer o corpo por dentro e fora… Colocou as mão nos ombros dele… Levantou-se… Abriu as pernas… Ajoelhou no assento do sofá… Deixou-se descer no pénis dele, que erecto como um estilete a penetrou… Descia lentamente mas ele não aguentou, arqueou as ancas de um impulso e entrou nela numa estocada forte… Sentiu uma dor de prazer imenso e agarrou-lhe o pescoço com força que o fez afundar o rosto entre os seios e ali sentiu a respiração ofegante dele a queimar-lhe a pele… Sentiu na cintura e nas nádegas as mão dele como garras a dilacerar-lhe a pele quando os dois tremeram nos espasmos dos corpos a cederem ao clímax intenso… Caíram deitados no sofá e os corpos continuaram unidos nessa noite de lua cheia…
E nessa noite, dos dois corpos fizeram um só…
Dois corpos… Dois corações… Dois sentimentos…
Um Amor…

terça-feira, 4 de novembro de 2008

De Castanho Vestida...

Vi-te vestida de castanho…
Linda no teu vestido…
O folho do vestido condizia com as meias que te moldavam as pernas…
O casaco castanho sobre a camisolinha lilás cingia-te a cintura no cinto que apertava em nó…
Nos pés as botas pretas de salto davam-te um porte elegante e altivo…
Ao sentares-te no banco do carro o vestido caprichosamente subiu-te nas pernas pelo movimento que fizeste… As tuas mãos também ajudaram pois sabes bem como fico seduzido pelas pernas assim sobe o vestido e com as meias…
Olhaste-me traquina e deixaste ficar assim… Sabias que não resistiria a beijar-te ali as pernas…
Não resisti…
… E beijei-te as pernas…
Nos lábios senti-te a pele e nas narinas o teu aroma…
Nos lábios senti os teus… E na boca a tua língua que procurava a minha para dançar ‘aquela’ dança frenética de desejo…
Mais uma vez beijei as tuas pernas que afastaste um pouco para aí beijar… Sim, entre elas senti nos lábios a maciez das tuas coxas…
Os lábios custaram a afastarem-se naquele beijo de desejo…
Mais um Beijo e fomos…
Ao saíres vi a tua elegância nas vestes que trazias…
O vestido até aos joelhos que o folho não escondia…
Voltaste a cingir a cintura com o cinto do casaco castanho…


E fomos perdidos na noite…







domingo, 2 de novembro de 2008

Queria-te!... Assim...

No sofá sentada…
De vermelho vestida…
As vestes vermelhas a tua pele deixam ver… Nos ombros caídas, nas pernas subida…

O teu corpo quero beijar! …
No teu corpo, quero perder-me… Mergulhar…
Deitar-te sobre os lençóis e sobe os lençóis o teu corpo admirar…
Quero-te assim… Abandonada para mim… Quero o teu corpo…
Com os lábios subir por ti…
Deixar rastos de saliva no teu corpo, sentir o sabor da tua pele e o teu sabor provar…
Quero que me abraces, quando o meu corpo sobre o teu se deitar…
Quero que as tuas mãos me agarrem e as tuas unhas de vermelho pintadas na minha pele se cravem quando o meu corpo no teu se afundar…
Gosto que te abandones aos meus beijos no teu corpo…
Gosto de ouvir os suspiros da tua boca quando a minha língua se perde em ti… Quando na ‘Tua’ Intimidade me perco em beijos… Quando os teus seios na minha boca são acariciados e os mamilos entre os lábios apertados…
Quero… Gosto quando abres as pernas para me receberes em ti… Assim…
Quero-te…
O vermelho lençol que te cobre afasto… Deixo as mãos viajarem no teu corpo, nos dedos sinto a tua pele de seda… Na minha boca ainda o teu gosto… Beijo-te e perco-me no bailado que as línguas fazem enrolando-se uma na outra… O meu corpo sobre o teu estremece quando o meu pénis encontra o calor da tua vagina que se oferece doce no mel que ‘Dela’ brota…
Duro entro em ti suavemente e profundo… Mais tenso e latejante me sinto quando as tuas unhas nas costas se cravam e a dor sinto… A dor que me faz bem e latejante para ti… Sinto o teu corpo e as ancas ondularem debaixo de mim, as tuas pernas abraçam-me e estremeço dentro de ti…
Mordes-me os ombros e eu aperto-te para te fundir mais e mais em mim…
Afundamos os corpos, um no outro…
Assim te quero…

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Hoje apetecias-me...

Hoje pensei em ti…
Apetecias-me…
Saí do trabalho…
Esse pensamento bailava-me na cabeça…
Apetecias-me…
Caminhei pela rua e telefonei a convidar-te para tomar um café…
Vieste… Um beijo no rosto como cumprimento, e, aflorou no meu corpo a vontade de te ter em mim… Dentro de mim… Por ti já senti pulsar o coração e o sangue nas veias… Mas hoje apetecia-me ter-te… Um desejo… Só desejo…
Enquanto tomávamos o café olhava-te e os meus olhos despiam-te… Queria ver-te despido em cima de mim… Via os teu olhos e pareceu-me ver uma centelha no teu olhar… Não disseste nada…
Não resisti e disse eu…
- Hoje quero-te… Quero que venhas comigo, que venhas dormir comigo, se conseguires dormir… Que te deites comigo… Ou até sem deitar… Cair um no outro e… Desejo-te e quero ter sexo contigo hoje… Vem…-te comigo hoje… Desejo contigo hoje…
Disse sem parar de falar para não me arrepender antes de acabar…
- Mas… … Assim sem mais nada…
- Assim… Sem mais nada… Só desejo de corpos, Corpos um no outro… Dentro um do outro… O teu dentro do meu…
Fomos… Ter… Foi bom e intenso…
Dali, fomos jantar e nos pensamentos rodavam as ideias… Sei que já fantasiavas o que poderias fazer comigo porque ao entrar no apartamento foste como um furacão… Levaste-me de rompante e nem me deixaste despir… Ali me tomaste e me possuíste com a boca… Os seios foram dominados pelas tuas mãos e eu deixei-me levar pelo desejo de ti…
Esqueci-me de tudo quando te deitaste em cima de mim e o mundo desapareceu no meu desejo por ti ali…
Acabamos dentro da banheira com a água quente a cobrir os corpos sedentos de desejo…
Não sei quando a noite acabou…
Sei que me apetecias e saciaste o meu corpo sedento de desejo…

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O instinto dizia-nos…

Esperava-te ali junto da praia…
Chegaste no carro e paraste junto de mim, depois de estacionar abriste a porta, colocaste um pé no chão, a mini-saia que sem ser muito mini tinha subido nas tuas pernas durante a tua condução. Ali eu vi, estava linda como sempre, sabias que eu adoro meias nas pernas e assim vinhas de meias com o rendado das ligas a cingir-te as coxas. Recostaste-te um pouco no banco e deixaste que os meus olhos te devassassem o corpo assim embelezado pela roupa que trazias… Assim bela a vontade de te despir era demasiada. Sabias bem que, quanto mais linda vens mais vontade eu tenho de te despir… E assim me provocas, pois ali não era o sítio apropriado para… Provocadora rodaste o corpo no banco e cruzaste as pernas, assim a saia subiu mais deixando as coxas quase desnudadas… sedutora nesse encontr
o que não sabíamos onde e como ia acabar…
Saíste do carro fechaste a porta rodaste o corpo e ficaste na minha frente assim… Em cima dos sapatos de salto alto agora a saia sobre o joelhos rodeava-te as pernas, o casaco preto sobre a blusa decotada que deixava ver os vale entre os seios que estavam emoldurados pelo soutien com bordados vermelhos que o decote denunciava… Abriste os braços rodeaste-me o pescoço num abraço, cingi-te o corpo pela cintura e apertei-te… Os lábios colaram-se num beijo cheio de volúpia com as línguas a dançarem dentro das bocas num bailado frenético de desejo…
Era fim de tarde junto ao mar, com o sol a fazer os últimos passos no fim do seu caminho desse dia… Caminhamos lado a lado com os sentidos comandados pelo instinto… O instinto dizia-nos… Caminhamos pela areia da praia, tiraste o casaco e deixaste-o cair na areia, ali parada olhavas o mar e o sol que se ia deitar… Abriste os braços como que a querer abraçar o sol…
Ali junto ao mar abracei-te por detrás com os braços a rodear-te a cintura e apertei-te ao meu corpo, recostaste-te em mim, colado ao meu sentia o teu corpo quente que o tecido das tuas vestes não disfarçava, inclinaste a cabeça para trás e beijei-te o pescoço, deixei as mãos descerem no teu corpo e sobre o tecido da saia senti-te entre as coxas e nas tuas nádegas sentias o meu desejo… Suspiraste… Enquanto o sol já se escondia ao fundo por detrás das ondas… Abraçados, um beijo ao pôr do sol foi dado pelas nossas bocas, os lábios entreabriram-se e deixaram as línguas enrolarem-se uma na outra quando o sol pintava de alaranjado os nossos rostos… Esquecemos o tempo ali naquele beijo demorado… Dentro em pouco a noite ia envolver-nos ali na praia… Pegaste no teu casaco que estava sobre a areia… Caminhamos de volta ao carro, ao chegar abriste a porta dos bancos de trás e sentaste-te de lado no banco com as pernas para fora e os pés nos sapatos de salto alto apoiados no chão, fiquei ali na tua frente, colocaste as tuas mão na minha cintura e eu apoiei as minhas no teus ombros, baixei-me e beijei-te deixei os lábios escorregarem na pele do teu rosto até ao pescoço, entreabri os lábios e saboreei-te a pele perfumada pelo Gucci que eu tão bem conhecia, a minha língua sentiu a textura de seda da tua pele e estremeci… Naquele sítio deserto a noite envolvia-nos quando as tuas mãos desceram a procuraram-me quando me soltaste o cinto e libertas-te o meu desejo… Ali o viste junto ao teu rosto… Entre as tuas mão seguraste-o e beijas-te… Fechei os olhos e com as mão nos teus ombros segurei-me, as minhas pernas tremeram quando abriste os lábios e me recebeste na boca, senti a tua língua rodear-ME… Auxiliei os teus movimentos com as mão na tua cabeça e os dedos enrolados no teu cabelo… A tua saia tinha subido nas pernas e deixava-me ver-te assim que com sedução me oferecias…
Baixei-me e entre as tuas pernas beijei-as, ali sobre as meias no interior das coxas que abrias para mim… Com os dentes arranquei-te as calcinhas e deixei-te ‘ali’ nua pra mim… Assim, os lábios “dela” ‘nus’ e macios foram acariciados… A minha língua atrevidamente invadiu-te a ‘intimidade’ e nos lábios senti o teu calor e a tua humidade… Saboreei o teu gosto… Suspiravas e seguravas-me a cabeça entre as tuas pernas enquanto a língua te penetrava… Baixei-te as alças da blusa e soutien e deixei-te os seios nus para mim com os mamilos erectos que apertei entre os lábios e a língua rodeou-os saboreando-te a pele macia… Abraçaste-me pelo pescoço e deixaste-te cair no banco puxando-me para cima de ti… O meu peito comprimia os teus seios e eu sentia os teu mamilos roçarem-me a pele… As tuas mãos apertaram-me o corpo contra o teu e as tuas unhas de vermelho pintadas cravaram-se nas minhas costas quando entrei profundamente em ti… A tuas pernas rodeavam-me a cintura e eu com as mão apertava-te os ombros e os seios…
Os corpos estremeceram… No momento em que se deram um ao outro nesse momento de instinto volúpia e desejo…
Num momento de Amor e entrega… Escondidos pela noite e como cúmplice o mar…

domingo, 19 de outubro de 2008

Feito no céu



O destino em turbilhão...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Noite de Lua-Cheia



Sentindo-o aproximar-se, estremeceu, esperava por aquele momento, todo o seu corpo e toda a sua mente se iam transformando... Desejosa....
Ele chegou, encostou o seu corpo ao dela, os braços rodearam-na pela cintura num abraço forte comprimindo-lhe o ventre... As mãos deslizaram pelo seu corpo e encheram-se com os seios com os dedos como garras apertando com força, sentiu dor, mas uma dor que lhe dava prazer... Com uma mão levantou-lhe o queixo e inclinou-lhe a cabeça para trás e a sua boca foi absorvida pela dele, as línguas encontraram-se e rodopiavam freneticamente, a língua dele como que a penetrasse...
Sentiu que ele se estava transformar em animal para a amar nessa noite...
Quis voltar-se mas ele não deixou, queria-a assim de costas para ele, o seu instinto animal queria-a assim... As mãos dele agarraram a blusa e os botões saltaram em todas as direcções como que disparados, deixando os seios dela só encobertos pelo soutien... As mãos correram pelo corpo dela alojando-se no ventre, deixando marcas ao passar... Deleitava-se com toda esta força e encostava-se cada vez mais ao corpo dele nu...
O desejo tomou-a e da sua intimidade escorria a humidade do desejo... Submetia-se a toda esta força...
Agarrou-a pelas costas e com as mãos percorreu-lhe todo o corpo com loucura...
Com os dentes deixou marcas nos ombros dela...
As mãos dele nos ombros seguraram a camisa retirando-lha do corpo...
Com os dentes deixo-lhe marcas nas costas...
Deliciava-se vendo que o desejo dele estava cada vez mais intenso...
E toda esta força e violência deixavam-na desejosa de ser possuída... A saia saltou do corpo, não libertada por algum acessório que a prendesse, mas sim pelas mãos do homem quase transformado em animal que lha arrancou… Pegou-a pela cintura, debruçou-a sobre a cama, apoiou-se com os braços sentindo-o a procurar a sua intimidade, qual fêmea desejosa de ser possuída... Debruçado sobre ela qual lobo sobre a fêmea com as mãos rodeando-lhe o corpo pela cintura... Sentiu uma dor invadir-lhe o corpo e gemeu de prazer... Qual lobo... Qual homem... Sobre ela, possuía-a como animal...
Sob ele rendia-se ao prazer intenso que a tomava por completo… O seu corpo e a sua mente eram marcados... Os dentes, as mãos e os dedos dele deixavam rastos no seu corpo...
No seu íntimo ficou marcada a noite de Lua-cheia…
Pelo homem ou animal?...

Sente!...

Fecha os olhos e sente!...

domingo, 12 de outubro de 2008

Vem...

Preciso....
Sentir a tua pele...
Sentir o teu mel....
Preciso sentir-te...








Na pele... Com a pele...
Na boca... Com a lingua...

Preciso....



















Vem...
Quero saborear-te...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

While Your Lips Are Still Red




Quero!...

Quero beijar os teus lábios…
Os teus lábios vermelhos

Beijar enquanto estão vermelhos…
Vermelhos de paixão…

Sente a minha paixão…
O meu desejo de beijar…
Beijar os teus lábios…
Os teus lábios vermelhos…

Vermelhos porque são assim…
São da tua carne…
Vermelhos pintados de batom…
Batom que quero tirar com um beijo…

Dá-me os teus lábios…
Deixa os meus mergulhar nos teus…
E neles me afogar…
Afoga-me num beijo…



Nos teus lábios vermelhos…

O teu Beijo... Quero!…

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Imaginei...

Quando me mandaste a mensagem disseste que ias descansar um pouco e depois tomar um banho…
Perguntei como estavas vestida…
- Preto com alças nos ombros nus… E lacinhos rosa… Aquela camisola leve que conheces…
Imaginei-te deitada na cama com os ombros sensuais por onde passavam as alças… A cabeça afundada na almofada, os cabelos soltos a bailarem nos ombros e soltos pela almofada… Assim como que em desalinho… Ali te via assim abandonada ao sono suave… Corpo estendido a camisola leve cobre-te o corpo até às coxas e pousa sobre elas contornando-as em delicado movimento… Uma perna flectida deixa ver ‘ali’ entre as coxas a cobrir-te a ‘intimidade’ o rosado quase transparente da mesma cor dos lacinhos… Linda te via no imaginário da minha mente… Depois imaginei-te a ir tomar um banho e a água a correr-te pelo corpo como uma carícia suave…

... Olhei para as minhas mãos…


E… Imaginei…


terça-feira, 7 de outubro de 2008

Banho

Senti-a quente…
Levantei o rosto e deixei-a escorregar por mim…
Acariciava-me, escorregava pelos ombros em carícias suaves…
Desceu pelo peito e pela barriga…
E ali senti o calor dela…
Quente… Mordia-me a pele…
O meu corpo em volúpia se transformou…
Na lembrança de ti…
Neste banho em que a água quente me morde o corpo e a espuma acaricia-me a pele…

Nas gotas sinto os teus dedos…
E o teu corpo no calor da água …
Na espuma suave a tua pele…






Assim… Senti-te aqui…
Em mim…



Vem...

Vem desaguar em mim...
A sede de Amor...
A sede de desejo...
Vem!...

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Viagem nos Sentidos


As minhas mãos desceram nas tuas pernas e senti-te as coxas... Subi as mãos nas tuas pernas, pelas coxas foram subindo e traziam junto o vestido... E iam-nas deixando desnudadas... Entre as coxas Senti-te desejosa de mim... O 'Teu' calor denunciava... Assim... Eu sentia-te na minha mão.... Assim... Com na tua mão me sentias... Assim dava-mos Carinho, sabia-mos e demonstrava-mos que nos queremos....
Assim... E tão bom foi ficar assim a sentir os nossos Corpos... Assim a navegar pela pele, com os dedos a nadar pelos sentidos…
Na cama caímos e assim ficamos... Só nós com os nossos carinhos...
Assim ficamos a sentir as mãos nos nossos Corpos...
Assim ficamos a sentir nos Corpos as nossas mãos...´
Os lábios também mergulharam nesses desejos… E humedeceram a pele…
As línguas vogaram pelos corpos…
Deitados só os carinhos e carícias pelos corpos... ...
Sentir no corpo as mãos... Nas mãos sentir o corpo...
E assim ficar nesse mar...
E fazer Amor assim bastou!...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vinho



Sirvo-te deste vinho
Meu amor
Para a tua sede saciar

Nos teus lábios
O sabor
Quero também provar

Contigo partilho
O vinho
O sabor
O amor

Anda...
Apetece-me dançar!



Corpo molhado

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Corpo molhado...

Que apetece tocar...
Beijar...
Descobrir...

terça-feira, 30 de setembro de 2008

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